Há certas horas, em que não precisamos de um amor, não precisamos da paixão desmedida, não queremos beijo na boca e nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama. Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado, sem nada dizer…
— William Shakespeare
3/06/2012 @ 15:25 com 1519 notes
Queira! Basta ser sincero e desejar profundo. Você será capaz de sacudir o mundo. (…) E não diga que a vitória está perdida, se é de batalhas que se vive a vida.
— Raul Seixas
3/06/2012 @ 15:04 com 208 notes
Talvez eu seja mesmo assim eu quero tudo que não tenho e fico sempre esperando o que eu não vou ter. Quem sabe eu inventei você do jeito que eu achei melhor Mas esqueci que era vida real, não tinha crédito final.
— Rodrigo Tavares
3/06/2012 @ 15:01 com 20 notes
(…) Dizem que as pessoas se apaixonam pela sensação de estar amando, e não pelo amado. É uma possibilidade. Eu estava feliz, eu estava no compasso dos dias e dos fatos. Eu estava plena e estava convicta. Estava tranquila e estava sem planos. Estava bem sintonizada. E de uma dia para o outro estava sozinha, estava antiga, escrava, pequena. Parece o final de um amor, mas não era amor. Era algo recém-nascido em mim, ainda não batizado. E quando acabou, foi como se todas as janelas tivessem se fechado às três da tarde num dia de sol. Foi como se a praia ficasse vazia. Foi como um programa de televisão que sai do ar e ninguém desliga o aparelho, fica ali o barulho a madrugada inteira, o chiado, a falta de imagem, uma luz incômoda no escuro. Foi como estar isolada num país asiático, onde ninguém fala sua língua, onde ninguém o enxerga. Nunca me senti tão desamparada no meu desconhecimento. Quem pode explicar o que me acontece dentro? Eu tenho que responder às minhas próprias perguntas. Eu tenho que ser serena para me aplacar minha própria demência. E tenho que ser discreta para me receber em confiança. E tenho ser lógica para entender minha própria confusão. Ser ao mesmo tempo o veneno e o antídoto. Se não era amor, Lopes, era da mesma família. Pois sobrou o que sobra dos corações abandonados. A carência. A saudade. A mágoa. Um quase desespero, uma espécie de avião em queda que a gente sabe que vai se estabilizar, só não sabe se vai ser antes ou depois de se chocar com o solo. Eu bati a 200Km/h e estou voltando a pé pra casa, avariada.(…)
— Martha Medeiros - Divã
3/06/2012 @ 15:00 com 243 notes
Hoje quando tudo começou a ficar vazio, procurei ver um filme pra distrair. Ontem aconteceu a mesma coisa, então aproveitei que era tarde e fui dormir pra ver se tudo acordava melhor no dia seguinte. Às vezes quando não me restam escolhas, eu simplesmente coloco uma música no ouvido e fico lá esperando o tempo passar. Mas às vezes eu fico me perguntando até quando vai ser assim. E se um dia eu enjoar de todos os filmes, não tiver sono suficiente pra dormir e cansar de todas as músicas?
3/06/2012 @ 14:55 com 2286 notes
Só descobrimos o que é bom, quando conhecemos o ruim.
— Thayle Francis
3/06/2012 @ 14:55 com 628 notes
Mas o melhor do abraço não é a ideia dos braços facilitarem o encontro dos corpos. O melhor do abraço é a sutileza dele. A mística dele. A poesia. O segredo de literalmente aproximar um coração do outro para conversarem no silêncio que dá descanso à palavra. O silêncio onde tudo é dito sem que nenhuma letra precise se juntar à outra. O melhor do abraço é o charme de fazer com que a eternidade caiba em segundos. A mágica de possibilitar que duas pessoas visitem o céu no mesmo instante.
— Ana Jácomo
3/06/2012 @ 14:54 com 548 notes
Um dia, ela descobriu sozinha que era duas! A que sofre depressa, no ritmo intenso e atroz da noite e a que olha o sofrimento do alto do sono, do alto de tudo, balançada num céu de estrelas invisíveis, sem contato nenhum com o chão.
— Cecília Meireles
3/06/2012 @ 14:54 com 2219 notes
A felicidade
Morava tão vizinha
Que, de tolo
Até pensei que fosse minha.
— Chico Buarque.
3/06/2012 @ 14:49 com 608 notes
Nossas escolhas estão bem aqui, no coração. Não pense que está no colo de um, na mão de outro. Não se adie, por favor. E não se entregue. Aconteça o que acontecer: não se entregue. Não mude seu jeito por ninguém. Mude suas caras, bocas e trejeitos se quiser. A gente é o que é e quem não gosta, paciência. Não se traia, não se mude, não se mova. Seja você.
— Clarissa Corrêa
3/06/2012 @ 14:49 com 1129 notes
Mas nas poucas vezes em que tentei amar sendo inteira, quase morri de medos, ciúmes e neuroses.
— Tati Bernardi
3/06/2012 @ 14:49 com 54 notes